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Bryoria

Bryoria fremontii

cogumelo

⚠️ Sósia tóxico

Nunca consuma este cogumelo sem ter certeza de que ele não é o seu sósia tóxico.

Outros líquens em barba parecidos com ele são tóxicos: a Bryoria tortuosa, de reflexos amarelos, e o líquen-dos-lobos, amarelo vivo, contêm ácido vulpínico, um veneno usado para envenenar lobos; até a bryoria comestível pode contê-lo. Os povos da Colúmbia Britânica só guardavam os tufos marrom-escuros a pretos, sem nenhum traço de amarelo, lavavam-nos em muita água e os cozinhavam longamente; cru ou mal preparado, esse líquen irrita o estômago. Só o colha com alguém que o conheça.

Na menor dúvida, não coma. Se passar mal depois de comer, mesmo várias horas depois, ligue para o Disque-Intoxicação (0800 722 6001) ou para o SAMU (192).

Líquen preto em longas barbas, lavado e depois cozido uma noite em forno de terra: derrete em bolachas pretas e gelatinosas.

Origem
Oeste do Canadá e dos Estados Unidos (Colúmbia Britânica)
Onde encontrá-la
Pende dos galhos dos pinheiros e lariços do interior da Colúmbia Britânica; os povos do interior ainda o preparam às vezes.
Temporada (Brasil)
o ano todo
Preparo
O líquen fica de molho e é lavado em bastante água, depois cozinha várias horas com bulbos ou raízes até derreter; nunca é comido cru.
Moléculas
Betaglucanas de cogumelosEm pequena dose, sem contar Mucilagens
Você sabia?
Era cozido com bulbos e raízes, que o adoçavam.