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Colina

Moléculas específicas

Aparentada às vitaminas B, serve às membranas das células e a um neurotransmissor, a acetilcolina.

Um prato sem ovo nem fígado precisa buscá-la nas leguminosas e nas crucíferas, onde ela está bem mais diluída.

Efeitos e benefícios

Parente das vitaminas B, ela constrói as membranas de cada célula e a acetilcolina, o mensageiro que comanda os músculos e serve à memória. Ela contribui para o funcionamento normal do fígado, e a necessidade sobe na gravidez.

A colina contribui para a manutenção da função hepática normal, para o metabolismo normal dos lipídios e para o metabolismo normal da homocisteína (regulamento 432/2012). Sem ela, o fígado já não sabe exportar suas gorduras e as acumula.

Segundo sexo e idade: a EFSA fixa a ingestão adequada em 400 mg por dia para um adulto, 480 na gravidez e 520 na amamentação (EFSA, 2016), porque o cérebro do feto consome muito. Antes da menopausa, os estrogênios ajudam as mulheres a fabricar mais.

O corpo fabrica um pouco, não o bastante: ela é reconhecida como nutriente por direito próprio desde 1998 (Institute of Medicine, 1998).

As bactérias intestinais a transformam em TMA, que o fígado converte em TMAO — uma molécula muito discutida na pesquisa cardiovascular. É um dos raros casos em que a microbiota fabrica algo que não se procura necessariamente.

Fontes: regulamento UE 432/2012 · EFSA, 2016 · Institute of Medicine, 1998

Onde encontrar (22)

Também, em menor quantidade (4)